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Boate Kiss: Vocalista da Gurizada Fandangueira é o primeiro réu a depor

por / 25/11/2015 / Publicado em Boate KISS

Durou pouco mais de duas horas o depoimento de Marcelo de Jesus dos Santos, um dos quatro réus do processo criminal da Boate Kiss, realizado na tarde de hoje, 24/11, no Salão do Júri do Foro de Santa Maria. O ex-cantor da banda Gurizada Fandangueira, que tocava na noite da tragédia, em janeiro de 2013, respondeu a questões formuladas pelo Juiz responsável pelo processo, Ulysses Fonseca Louzada, por procuradores e assistentes de acusação, e pelos advogados de defesa.

Dezenas de pessoas acompanharam a audiência, muitas delas familiares de algumas das 242 vítimas fatais na casa noturna, além de jornalistas e fotógrafos de veículos locais e nacionais.

A fim de evitar que conhecessem o teor do depoimento e tirassem alguma vantagem posterior, os demais réus, que ainda serão ouvidos, foram impedidos pelo Juiz de permanecer no Salão. Luciano Bonilha Leão prestará depoimento amanhã, enquanto Elissandro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, na semana que vem.

Depoimento

Após ser informado do seu direito constitucional de permanecer em silêncio, e optar por falar, Marcelo disse que as apresentações com a Gurizada Fandangueira na Boate Kiss eram recorrentes. Sobre o uso dos artefatos pirotécnicos, relatou que faziam parte das atrações do conjunto desde 2009.

Mesmo sem conhecer os termos dos contratos, assegurou que os fogos só eram usados nos shows com a expressa autorização dos proprietários das casas noturnas. E que jamais soube que o sócio da Kiss, Elissandro Spohr, com quem a banda tratava, manifestou qualquer restrição aos artefatos. Qualificou a Kiss como uma das melhores casas da cidade até então.

Hoje com 35 anos, Marcelo é azulejista por profissão, e disse que os shows com a banda eram como uma complementação de renda. Ganhava R$ 70,00 pelas apresentações, raramente R$ 100,00. É casado e pai de duas filhas.

Perguntado pelo Juiz Ulysses, admitiu que nunca se preocupou em se informar sobre o produto e nem foi advertido sobre os riscos do seu uso em ambientes fechados. "Era como uma vela de bolo, não tinha perigo nenhum", respondeu, antes de explicar que o artefato pirotécnico, depois de aceso, lhe tocava a pele sem queimar. De toda forma, não quis confirmar de que se tratasse de uma chama "fria".

O artefato é apontado pelos legistas que atuaram no caso como o causador do incêndio, em consequência do contato com a espuma que forrava o teto logo acima do palco.

Dúvidas

O instante de maior tensão na audiência ocorreu quando um dos promotores questionou o exato momento em que o réu teria saído da boate, baseado na transcrição de um vídeo que mostra a ação inicial após o começo do fogo. Foi quando, após breve discussão, o advogado de Marcelo pediu que o vídeo fosse apresentado, a fim de eliminar dúvidas. O réu é mostrado nas imagens, dando a entender que não fora, conforme versões, um dos primeiros a deixar o local.

Noutro ponto da audiência, um dos assistentes de acusação, representando a associação de familiares de vítimas, perguntou a Marcelo como ele poderia ter sido o último sair da boate - conforme informações nos autos do processo -, quando tantos outros já haviam perdido a vida. O réu não soube responder.

"Fogo, fogo, saiam!"

A versão dos fatos contada por Marcelo vai até o momento em que ele perde a consciência, segundo disse, ainda sobre o palco. Quando foi avisado do início do fogo por seu irmão - que o fez jogando uma baqueta em suas costas -, teria gritado pelo microfone "fogo, fogo, saiam!". Foi quando recebeu o extintor, que não funcionou. Disse que muito rapidamente a pista, em frente ao palco, já estava vazia. Nos esforços para apagar as chamas, lembrou que não foi auxiliado por nenhum funcionário da casa noturna.

Na sequência, o desmaio. Marcelo sustenta que só sabe como foi retirado pelo que lhe foi contado. O seu irmão é quem teria o arrastado para fora por uma porta auxiliar à principal. Porém, questionado novamente durante o depoimento, disse que o irmão apenas lhe deixara perto da porta, e que um bombeiro é que teria, finalmente, o levado para lugar seguro.

Dos oito integrantes da banda, entre músicos e assistentes, que estavam na Kiss na noite trágica, um morreu: o sanfoneiro Danilo Jaques, citado por Marcelo como o responsável por conseguir os shows.

Perdão

Em determinado momento da oitiva, Marcelo pediu perdão por qualquer coisa errada que tenha feito, e que jamais poderia imaginar os acontecimentos da trágica noite de há quase três anos. "Tinha pessoas que a gente ama lá dentro", afirmou. Questionado, disse não ter certeza de que tenha participado decisivamente para os fatos, mas entende que é disso que está sendo acusado.

O réu disse ainda esperar que a justiça seja feita no seu caso.

O processo

Os réus são acusados de homicídio qualificado pelo motivo torpe e emprego de fogo, asfixia ou outro meio insidioso ou cruel que possa resultar perigo comum (242 vezes consumado e 636 vezes tentado).

Após os interrogatórios, será aberto prazo para que acusação e defesas apresentem por escrito suas alegações finais, último passo antes de o Juiz decidir se os réus serão levados a Júri Popular. O processo contém 59 volumes e mais de uma dezena de anexos.

Fonte: http://www.tjrs.jus.br/

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